12/4/09
A donzela solitária - por Tsunemitsu
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E não haverá a incerteza de um talvez…
A donzela solitária sorri no silêncio da insensatez.
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Pétala petrificada em verso.
Verso naufragado em arcana flor.
Devaneios realçados.
Exprimidos em invisÃvel cor.
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Assim como lumes cintilantes,
Introspectivos e distantes, a convir à alma
Julga a calma como alento…
Gotas singelas de segundo moldando formas aos momentos.
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Rege o tempo sobre as águas.
Em um balé de vagas correntezas.
Entre o afago e a ultima lágrima,
Há um, certo, tom de tristeza…
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criado por guapinharj
23:27 — Arquivado em: 

Gostei dessa parte “Gotas singelas de segundo moldando formas aos momentos”…imagem legal!
Comentário por Will — 13 de abril de 2009 @ 11:17
Rafa!
que saudade desse blog!
andei mais do que sumida da blogosfera..mas, ainda não voltei totalmente!
li seus últimos posts e vi que algumas coisas mudaram na sua vida hein?! ;P
beijoo
Comentário por ana carla — 13 de abril de 2009 @ 19:21
Que poema bonito… Interessante como coisas tristes podem ser tão bonitas, não é mesmo?
=)
Guapa…
O seu blog não tem FEED? Ele nunca aparece atualizado na minha lista… =/ … E aà eu acabo esquecendo que não venho aqui há séculos! =(
(eu sei, eu sou terrÃvel… mas, pelo menos, tento ser sincera… rsrs…)
Besos, besos…
Comentário por Enxaqueca — 13 de abril de 2009 @ 20:06